Decerto, toda a gente já se deparou com produtos financeiros, comercializados em bancos tão normalíssimos como a CGD ou o BES, com nomes apelativos como Super Rendimento, Rendimento Garantido, Cabaz Top ou Estratégia Valor na televisão ou nos jornais, nomes que sugerem ganhos elevados e pouco risco. Pois estes produtos financeiros tratam-se de Instrumentos de Captação de Aforro Estruturado, ou ICAE's, que podem surgir sobre variadas formas, entre as quais: seguros de caixa (não confundir com seguro automóvel ou seguro multirriscos), depósitos indexados ou obrigações de caixa (não confundir com as tradicionais obrigações do tesouro). Foram criados porque os rendimentos de alguns produtos são anulados pela inflação.
Estes ICAE's só garantem o que foi investido no fim do vencimento; se se pretender vender devido a uma despesa inesperada, não se obtêm rendimentos e pode perder-se parte do rendimento investido, porque os bancos compram os títulos a preço de mercado (muitas vezes, definido pelo banco ou instituição).
quinta-feira, 16 de agosto de 2007
Incriminações e Incriminações, Lda.
Já existem dois apitos: o Apito Dourado e o Apito Vermelho. No caso Apito Dourado, tudo está resolvido por resolver e, no Apito Vermelho, tudo está por resolver.
O caso Apito Vermelho envolve, não sei como, Maria José Morgado, uma pessoa que se dizia contra a corrupção no futebol, e Luís Filipe Vieira, ao que parece, um simpatizante do PCP e presidente de um Benfica em baixo, no que se trata de acções (ainda bem que só os chefes do Benfica, sócios e alguns adeptos lá investem). É claro que não houve qualquer «fruta» neste caso.
O caso Apito Vermelho envolve, não sei como, Maria José Morgado, uma pessoa que se dizia contra a corrupção no futebol, e Luís Filipe Vieira, ao que parece, um simpatizante do PCP e presidente de um Benfica em baixo, no que se trata de acções (ainda bem que só os chefes do Benfica, sócios e alguns adeptos lá investem). É claro que não houve qualquer «fruta» neste caso.
quinta-feira, 28 de junho de 2007
Flexisegurança
Nestes últimos dias, temos ouvido muito falar do conceito de Flexisegurança (ou Flexigurança). Mas o que significa?
Conforme um antigo ministro dinamarquês, quem criou o conceito da palavra, Flexisegurança significa a flexibilidade dos despedimentos, pondo em acção uma série de justas-causas e a compensação, tendo a população em retribuição melhores cuidados na segurança social e na segurança no trabalho. Isto significa que os cuidados da segurança social tendem a melhorar (tendo o trabalhador mais seguros e cuidados de saúde), e o trabalhador receberá, aquando do seu despedimento, compensações - em serviços de saúde e dinheiro - e só pode ser despedido por justa-causa.
Quais são as justas-causas para o despedimento de um trabalhador, previstas na Lei Portuguesa?
Conforme a Dinheiro & Direitos nº 81 (de Maio/Junho de 2007) as justas-causas previstas na Lei Portuguesa são:
Conforme um antigo ministro dinamarquês, quem criou o conceito da palavra, Flexisegurança significa a flexibilidade dos despedimentos, pondo em acção uma série de justas-causas e a compensação, tendo a população em retribuição melhores cuidados na segurança social e na segurança no trabalho. Isto significa que os cuidados da segurança social tendem a melhorar (tendo o trabalhador mais seguros e cuidados de saúde), e o trabalhador receberá, aquando do seu despedimento, compensações - em serviços de saúde e dinheiro - e só pode ser despedido por justa-causa.
Quais são as justas-causas para o despedimento de um trabalhador, previstas na Lei Portuguesa?
Conforme a Dinheiro & Direitos nº 81 (de Maio/Junho de 2007) as justas-causas previstas na Lei Portuguesa são:
- desobedecer de forma ilegítima às ordens de superiores hierárquicos;
- violar direitos de colegas e provocar constantemente conflitos com eles;
- demonstrar desinteresse pelo cumprimento diligente dos deveres;
- lesar gravemente os interesses da empresa;
- apresentar falsas declarações sobre a justificação de faltas;
- faltar injustificadamente com prejuízos ou prejuízos ou riscos para a empresa (mesmo que não seja o caso, pode ser despedido se o número de faltas atingir 5 seguidas ou 10 interpoladas);
- não cumprir, de forma culposa, as regras de higiene e segurança;
- agredir, injuriar ou praticar outras ofensas punidas por Lei, sequestrar e cometer crimes contra a liberdade de colegas ou superiores hierárquicos;
- baixar anormalmente a produtividade.
domingo, 17 de junho de 2007
Ota e coiso e tal...
O primeiro-ministro diz que o novo aeroporto é para ficar na Ota. Mas há quem diga que o melhor seja Rio Frio, também há quem diga que o melhor seja o Campo de Tiro de Alcochete (que nome tão invulgar, já que nem sequer se trata de uma zona chamada Alcochete!).
Eu cá não tenho dúvidas: prefiro que o aeroporto ou continue na Portela ou vá para o Campo de Tiro de Alcochete (contrariando a opinião que tive quando disse que era em Rio Frio, no outro meu blogue, já que esta nova opção não tem riscos ambientais - nenhuma ave passa sequer por lá perto -, nem se irá gastar muito dinheiro - a Ota é muito cara e levará cerca de 50 anos a ser construída).
Eu cá não tenho dúvidas: prefiro que o aeroporto ou continue na Portela ou vá para o Campo de Tiro de Alcochete (contrariando a opinião que tive quando disse que era em Rio Frio, no outro meu blogue, já que esta nova opção não tem riscos ambientais - nenhuma ave passa sequer por lá perto -, nem se irá gastar muito dinheiro - a Ota é muito cara e levará cerca de 50 anos a ser construída).
OPA de Joe Berardo sobre o Sport Lisboa e Benfica, SAD
Há um tempo atrás, um empresário - Joe Berardo - lançou uma OPA sobre a SAD do Benfica.
O presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, afirmou que não considerava a OPA hostil. Ora, se Luís Filipe Vieira tinha dito que a OPA ia valorizar o clube, porque raio mudou de palavra?
Do outro lado, Berardo afirmou que o Benfica não se trata de simples futebol, mas sim de «cultura». Também se referiu à fundação de um Banco Benfica, em que os sócios teriam desconto ou grátis a guarda de títulos.
Economicamente, as acções da SAD do Benfica já valem uns 4 calhaus e tal...
O presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, afirmou que não considerava a OPA hostil. Ora, se Luís Filipe Vieira tinha dito que a OPA ia valorizar o clube, porque raio mudou de palavra?
Do outro lado, Berardo afirmou que o Benfica não se trata de simples futebol, mas sim de «cultura». Também se referiu à fundação de um Banco Benfica, em que os sócios teriam desconto ou grátis a guarda de títulos.
Economicamente, as acções da SAD do Benfica já valem uns 4 calhaus e tal...
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